Mãe se ajoelha e implora por socorro para o filho, que está atrofiado e sofre crises convulsivas todos os dias: “Eu oro a Deus”

Joelia, de Rio Verde (GO), cuida sozinha do filho Kauã, de 20 anos, que está acamado, sem movimentos e sem fala, após sofrer danos no cérebro causados por crises convulsivas.

Impossibilitada de trabalhar e com a própria saúde fragilizada –  Joelia tem depressão e fortes dores na coluna de tanto carregar o filho –, ela enfrenta dificuldades para garantir alimentação, tratamento e manter as contas básicas da casa em dia.

As crises começaram quando Kauã tinha entre 7 e 8 anos de idade. Com o tempo, as convulsões ficaram mais frequentes e intensas, até causarem lesões no cérebro que fizeram com que ele ficasse atrofiado. Hoje, Kauã é totalmente dependente da mãe.

“Eu oro a Deus para conseguir ter força pra dar um banho nele.”

Kauã só come mingau e comida batida, mas é uma alimentação que não tem os nutrientes que o corpo dele precisa. Ele precisa seguir uma dieta especial, porém Joelia não tem como garantir. As crises continuam acontecendo e, quando vêm, Kauã se bate e fica roxo.

Ele também tem muita pneumonia, agravada por não conseguir se movimentar. A fisioterapia pelo SUS, que era de apenas 20 minutos por semana, foi cortada de uma hora para outra, e o quadro dele vem piorando.

Por que Kauã e Joelia precisam da nossa ajuda?

Joelia não consegue trabalhar porque precisa cuidar do filho em tempo integral. Ela também enfrenta problemas de saúde, com dores na coluna, inchaço nas pernas e depressão. Já chegou a ficar 11 dias em coma depois de ter a filha mais nova.

A caçula também precisa de atenção, pois foi diagnosticada com autismo e TDAH.

A renda da casa é limitada a um benefício do LOAS, de um salário mínimo, e a uma pensão do pai do Kauã, de R$ 200. Hoje, isso não cobre nem o básico. O aluguel de R$ 750 está atrasado, a conta de água também, e a casa onde vivem tem infiltrações. Quando chove, a casa molha, e isso piora as crises do Kauã.

“Aqui molha… e quando faz frio, ele tem mais crise.”

Joelia enfrenta tudo isso sozinha, sem rede de apoio e sem descanso.

“Eu só queria um dia pra descansar.”

Para onde vai sua doação:

A vaquinha é para garantir a alimentação especial e a fisioterapia do Kauã, pagar o aluguel e as contas atrasadas, comprar medicação e insumos, além de ajudar Joelia a cuidar da própria saúde.

Acompanhe mais sobre essa e outras histórias em @ajudarbr

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